Segundo a TSF on line "Um inquérito sociológico, esta terça-feira publicado, revela que 86 por cento dos jovens portugueses não quer saber de grupos sociais, cívicos ou políticos. A explicação para esta fraca mobilização é simples: falta de interesse. É pelo menos o que afirmam 35 por cento dos inquiridos, enquanto 15 por cento queixa-se de falta de tempo. Um total de 51 por cento dos jovens portugueses diz que não pretende pôr a cruzinha para ajudar a decidir o futuro do país. Os mais novos consideram que existem coisas mais importantes para fazer no dia das eleições. Esta juventude não balança nem para a esquerda nem para a direita. É o que afirmam 47 por cento dos inquiridos, mesmo assim 22 por cento dos jovens diz que é de direita e 18 de esquerda. Este estudo para o Observatório Português da Juventude foi encomendado à Markteste e realizado na primeira semana de Janeiro. Foram feitas 814 entrevistas e o erro de amostragem 3, 43 por cento. "
Estes resultados dão que pensar... De quem será a culpa? Da classe política, dirão muitos. Mas não só, diria eu.
A consciência cívica e política devem começar em casa, na escola, no dia a dia. Se fizessem o mesmo inquérito aos pais dos jovens entrevistados, muito possivelmente as percentagens andariam a par.
Os 51% de abstenção ou voto em branco, quando falamos do rumo a dar ao país e quando o que está em jogo é a atitude dos futuros quadros da nossa sociedade, são alarmantes.
Que coisa! Eu também sou jovem (já fui mais, está bem!), até pertenço à tristemente apelidada "geração rasca", e sempre me interessei pela vida cívica do país! Se calhar sou eu que sou marginal...
JB
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