segunda-feira, setembro 26, 2005

hoje é dia de...

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... Heroin, Femme Fatale, Run Run Run...

JB

sexta-feira, setembro 23, 2005

no 32º aniversário da sua morte...

vale a pena recordá-lo!

El niño que no juega no es niño, pero el hombre que no juega perdió para siempre al niño que vivía en él y que le hará mucha falta.
Pablo Neruda

JB

correspondência

Hoje tinha uma carta na caixa do correio. Contas... - pensei logo. Mas não! Era uma carta verdadeira, das antigas.
Na era dos sms's, dos e-mails, das folhas formatadas e com letra Times New Roman 12, das mensagens breves com palavras comidas e dos bonecos a transmitir estados de alma, eu recebi uma cartinha manuscrita! Soube bem ter na mão um papel com letra amiga.

JB

segunda-feira, setembro 19, 2005

Será possível?!

"Vinte e sete pessoas morreram nas estradas portuguesas na última semana e 43 ficaram gravemente feridas, divulgou hoje a Brigada de Trânsito (BT) da Guarda Nacional Republicana (...). Desde o início do ano, morreram 656 pessoas em acidentes de viação em Portugal Continental, de acordo com o somatório dos números divulgados semanalmente pela GNR."
in Agência Lusa, 19.09.2005

JB

estes belgas são loucos

Numa cidade onde é habitual e incentivado o recurso aos transportes públicos, à partilha de viaturas e onde existem vias próprias para circular em velocípede não deixa de me surpreender, ano após ano, a adesão massiva da população ao Dias Europeu sem Carros.

Até aqui nada de errado.

O único problema é que ninguém explicou a estes belgas que não estávamos a celebrar ontem o Dia Europeu da Bicicleta e que qualquer cidadão-peão-não-motorizado-e-não-ciclista tem igual direito a circular pelas vias, parques e jardins como os ciclistas-de-fim-de-semana-munidos-de-capacetes-e-fatiota-recém-adquirida.

Estar na eminência de ser atropelado por um ciclista octagenário, de calcões de licra, capacete e colete rosa-choque é, to say the least, ridículo.

CA

front pages

Roubei este link ao Chá Verde e toca de o fazer circular por e-mail.

Sabe-se lá como ele foi adicionado aos favoritos do Marcelo Rebelo de Sousa.

Juro que o senhor não faz parte da minha mailing list.

CA

segunda-feira

Ele há segundas-feiras em que consigo acordar com um sorriso.


CA

sábado, setembro 17, 2005

Momentos

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Depois deste pôr-do-sol veio uma inesquecível noite de lua cheia. Os desejos feitos no deserto realizam-se sempre, dizem os que lá vivem. Quero acreditar…

JB

sexta-feira, setembro 16, 2005

e por estar a chegar o Dia Europeu sem Carros...

Sempre que se abre um jornal, seja ele nacional, regional ou local ou se vê o telejornal de qualquer um dos canais de TV, é mais que certo encontrar-se nota de um acidente de viação mortal. Não sou perita em segurança rodoviária, mas isto faz-me confusão. O mau estado das estradas portuguesas não está isento de culpas nesta fatalidade que nos persegue mas a má condução ganha-lhe em pontos.

Segundo estatísticas da UE os belgas são o povo que pior conduz. Já o pude comprovar. Mas na Bélgica, a taxa de acidentes de viação não se aproxima nem um pouco da portuguesa. Muito menos a contabilização das vidas perdidas no asfalto.

Decididamente, há algo que não funciona bem nas estradas portuguesas... algumas vezes a sua má qualidade mas, quase sempre, a condução agressiva e irresponsável que se pratica. Talvez fosse útil (e urgente), ensinar nas escolas de condução um pouco mais que o código da estrada e a arte de pôr mudanças. De nada serve termos heróis do volante se estes não tiverem capacidade de respeitar os outros, de tomar consciência que a vida é mais importante que circular acima dos limites de velocidade impostos ou que fazer ultrapassagens de risco...

O Dia Europeu sem Carros, assinalado em todos os países da UE desde 2000 com o objectivo de apoiar o desenvolvimento de cidades limpas, onde os transportes públicos satisfaçam as necessidades individuais dos cidadãos, tem em Portugal um objectivo adicional: permitir que, por um dia que seja no ano, se consiga abrir um jornal ou ver um telejornal sem encontrar uma notícia de mais um acidente mortal... será que conseguimos?

JB

Halmstad 1 / Sporting 2

Há noites em que vale a pena ver a RTPi!

JB

quarta-feira, setembro 14, 2005

noite cerrada

Sempre me irritaram os comentários sobre o tempo nubloso que invade, com frequência, esta cidade.

Embora seja tão ou mais resmungona e bota-abaixo como qualquer cidadão que se preze não tenho por hábito incluir nas minhas resmunguices habituais o estado do tempo.

Mas hoje dei comigo a pensar que não tardam nada em chegar aqueles dias pavorosos em que às quatro da tarde é noite cerrada e em que as pessoas começam a ficar mais cinzentas e deixam de aproveitar as happy hours da Praça do Luxemburgo.

CA

terça-feira, setembro 13, 2005

Silêncio

Así como del fondo de la música
brota una nota
que mientras vibra crece y se adelgaza
hasta que en otra música enmudece,
brota del fondo del silencio
otro silencio, aguda torre, espada,
y sube y crece y nos suspende
y mientras sube caen
recuerdos, esperanzas,
las pequeñas mentiras y las grandes,
y queremos gritar y en la garganta
se desvanece el grito:
desembocamos al silencio
en donde los silencios enmudecen.
Octavio Paz

JB

segunda-feira, setembro 12, 2005

Os efeitos da notícia

Ontem fui informada pela RTPI e, consequentemente, por alguns telefonemas mais ou menos preocupados, que tinham ocorrido inundações e ventos de mais de 100 km/hora em Bruxelas. Eu sei que é uma cidade grande mas, além de ontem não ter chovido, até passeei por várias zonas cá do burgo e não me apercebi de nada...
Mas uma coisa é certa. Embora não tendo ficado molhada até aos joelhos, sofri as mazelas típicas de quem anda à chuva: estou doente. Ora bolas!

JB

domingo, setembro 11, 2005

9/11

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O 11 de Setembro de 2001 mudou completamente o mundo. Fez-nos perder a inocência. Foi o inicio de uma sociedade ensombrada pela insegurança e que convive permanentemente com o medo. O terrorismo, que actua sem pré-aviso e sem alvo definido apareceu para tirar vidas, para descarregar no cidadão comum os ódios e as viganças contra politicas levadas a cabo por governos.
Naquele dia, alem das (muitas) vidas que se perderam, cada um de nós perdeu um bocadinho de si e de esperança na criação de mundo melhor.
A barbárie veio para ficar...
JB

quarta-feira, setembro 07, 2005

a culpa não é minha

Confesso que ando há duas semanas a arrastar-me por aqui e a tentar convencer-me que as férias acabaram.

O espírito não está no seu melhor (dizem-me que na minha idade isso é previsível, malgré o apelo de MS à participação activa da 3ª idade na coisa pública) e o corpo, esse, acusa já os malefícios da água calcária que, num abrir e fechar de olhos, acaba com o bronze insular que deu cá uma trabalheira a conseguir.

A culpa não é minha mas antes de voltar ao descontextos andei a espreitar blogs alheios e fiquei roída de inveja. Essa é que é essa. Há muitos e giros, blogs novos e blogs menos novos que só agora descobri. O resultado foi uma crise editorial desmesurada [e felizmente não partilhada pelos descontextuados TS e JB].

Passada a crise editorial (estou a escrever não estou?) achei que se impunham uns postzitos sobre a seca, os incêndios, as cheias, as presidenciais e o Katrina. Mas não, nada feito. Tenho-me limitado, por isso, a explicar aos amigos que o meu Portugal insular não ardeu, a prestar a minha sentida solidariedade aos das cheias e dos furacões e a fazer uns forward (em circuito restrito) sobre as presidenciais. Prontos é o que se arranja.

E como diz o outro:

Désolé!

CA

quinta-feira, setembro 01, 2005

Poema de cinzento fim de tarde

Nunca são as coisas mais simples (Nuno Júdice)

Nunca são as coisas mais simples que aparecem
quando as esperamos. O que é mais simples,
como o amor, ou o mais evidente dos sorrisos, não se
encontra no curso previsível da vida. Porém, se
nos distraímos do calendário, ou se o acaso dos passos
nos empurrou para fora do caminho habitual,
então as coisas são outras. Nada do que se espera
transforma o que somos se não for isso:
um desvio no olhar; ou a mão que se demora
no teu ombro, forçando uma aproximação
dos lábios.


TS

:-D

"Quando se achava que já só faltava ali o José Castelo Branco, eis que "o conde" está à porta do hotel. Mal vê Soares aproximar-se, começa a suspirar "Sr. Presidente!, Sr. Presidente!". Entre os beijos do filho João e de admiradoras cheias de calores, Soares toma outro caminho, mas Castelo Branco corta pela direita e, afogueado ( "Não o esmaguem antes de ser Presidente!"), surpreende o casal com um beijo na mão de Maria de Jesus e um efusivo cumprimento que deixou o "pai da Pátria" sem fala "Faça muito por este País, que precisa muito de si. Não deixe ir [para Belém] a Maria Cavaco, qu'horror!"
DN, 01.09.05

JB

Beslan - 01/09/04

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Faz hoje um ano que o primeiro dia de aulas, na Ossétia do Norte, se tornou no último para 331 pessoas...

JB

on-line